Boas Vindas

Boas vindas a quem chega a esse blog. As coisas escritas aqui são frutos da mente poética, depressiva e inconstante de uma pessoa que é muito jovem para sentimentalizar tanto as coisas.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Elizabeth Taylor, para sempre...


Um pequeno espaço aqui no blog para lembrar de Elizabeth Taylor, que hoje veio a falecer, deixando para trás dezenas de grandes atuações, muitos atos de amor a humanidade e uma beleza inconfundível que ficará para sempre em nossas lembranças. Liz ganhou dois Oscar por suas atuações em "Disque Butterfield 8" e "Quem Tem Medo de Virginia Woolf?", papel pelo qual a atriz disse que gostaria de ser lembrada. Foi também a primeira atriz a ganhar um cachê de um milhão de dólares, por "Cleópatra", seu filme mais memorável, o rosto dela, hoje, é o rosto que vemos ao imaginar a imperatriz egípcia. Dentre seus filmes estão múltiplos clássicos do cinema: "Um Lugar ao Sol", "Assim Caminha a Humanidade", "Gata em Teto de Zinco Quente", "De Repente no Último Verão", "A Árvore da Vida", "A Megera Domada", "X, Y e Z", "O Pássaro Azul", "Quatro Destinos" e outros tantos. Foi amiga e colega de trabalho de diversos astros e estrelas, dentre eles James Dean, Paul Newman, Rex Harrison, Montgomery Clift, Michael Caine, Jane Fonda, Janet Leigh, Katherine Hepburn, Richard Burton, que foi seu grande amor e marido por duas vezes, Rock Hudson, por quem começou grande campanha contra a AIDS e Michael Jackson.
Elizabeth será lembrada por seus diversos talentos, por seu amor, sua bondade e seus lindos olhos cor de violeta. E como disse um de seus quatro filhos, o mundo é um lugar melhor por sua existência.

sexta-feira, 11 de março de 2011

A época da purpurina descolorida

Aquela purpurina toda está perdendo a cor, está vendo?

Eu digo tantas vezes as coisas pobres que me passam na mente

E esqueço de jogar sob a luz minhas genialidades pessoais,

Aquelas coisas que raramente acontecem

E que de repente surgem na minha cabeça feito mágica.

O carnaval passou e tudo acalmou,

Olhe tudo aquilo, a sujeira no chão, a urina escorrendo,

Eu não consigo sentir o cheiro.

Será isso algo ruim? Na sociedade estranha

Isso tudo até faz parecer qualquer coisa

E não é, não é? Não sei, não quero mais saber...

Eu estou desperdiçando tempo colocando palavras juntas,

Nessas linhas dentro de um computador,

Parando com as coisas úteis da vida! Eu deixei um livro ali no canto!

Eu gostaria tanto que as coisas voltassem a ser como eram...

Talvez até antes da época em que a purpurina era purpurinada...

sexta-feira, 4 de março de 2011

Vadiagem interna

No meio da noite sem ter o que fazer, revendo em minha mente minhas loucuras.

Maluco! Apenas maluco e cheio de vadiagem interna

E esperando que coisas caiam do céu, idiota e sem esperança das coisas,

Porém lotado de emoçõezinhas bobas,

Qualquer podridão, historinha de ninar, desvirtuamento de valores,

Estou lotado de coisas como essas.

O céu noturno pendendo lá em cima e as luzes do quarto acesas,

Comigo aqui, incansável, olhando a tela da TV sem ver nada,

Vou esperar sozinho até conseguir dormir,

Se for dormir, vou sonhar aquelas coisas enlouquecidas que passam nos meus sonhos.

Estou tentando variar os sentimentos, estou tempo demais calmo,

Que tal voltar ao enlouquecido estado em que vivi meus melhores momentos?

Vou tentar...

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Jeff Buckley - Grace


Jeff Buckley já era filho de um grande compositor, Tim Buckley, muito antes de se tornar famoso e celebrado, e não viveu o suficiente para ver até onde seu sucesso chegaria. Pouco depois do lançamento de seu primeiro e único disco, Grace, Jeff se afogou num lago, após uma bebedeira com os amigos. A morte prematura com certeza nos privou de uma carreira brilhante que estava por vir, mas por outro lado nos fez notar a grandeza de suas canções naquele único trabalho que deixou para trás. Buckley foi um artista sensível, sempre com uma bela melancolia na voz e que, além disso, sabia como fazer sucesso, suas músicas unem o forte talento artístico com um ótimo apelo popular, que só um "hard-roqueiro" consegue. Jeff sofreu muito em vida por ser considerado mais bonito do que talentoso, porém já sabemos que isso não é verdade, entre todas as maravilhosas faixas do disco, estão duas muito especiais para o mundo da música, sua versão de "Hallelujah", de Leonard Cohen, a mais famosa até hoje, capta toda a poesia da letra do mais poderoso dos compositores do folk canadense, e a faixa-título "Grace", que soa como um apelo desesperado a tudo e qualquer coisa. Coloco ambas as músicas aqui, para agraciar os ouvidos de vocês.

Grace


Hallelujah

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Difícil, só um pouquinho

Eu disse que nunca mais seria o mesmo, nunca mais sou, nunca serei agora,

E tudo que é sutil nesse estado metódico das coisas até que me agrada.

Se uma pessoa comum ao meu dia-a-dia me enxergar por aqui

Dirá que estou ridículo, que larguei meu ideal, ideologias que conheci superficialmente

E que só me passam na cabeça quando estou discursando meu texto não profundo sobre como sou sensível ou era.

Manias um tanto sãs e outras um tanto doentias se confundem na minha depravação

Que alguns dizem ser normal, porém é insanidade pura e simples nesse poema de baixa literatura,

Eu já entendi minha profunda forma conservadora de pensar

E vi as coisas radicais e liberais se revisarem nas minhas idéias, se tornando mais fortes.

Eu deixei de ser aquele lá, nunca mais o sou, nunca serei nos dias que virão

E tenho que me conformar em ser um pouco difícil

Glamour

Tentando esquecer as velhas botas coloridas e o cabelo com purpurina,

Usando o violão e livros inteligentes. Eu não me via mais,

Eu fui algo estranho e ainda sou, porém os estranhos não combinam

E tudo que eu via agora está mais colorido, porém mais triste também.

O que me importa? As roupas que brilham estão nos armário

Se os fãs as quiserem ver, vão ficar por aqui por um bom tempo

E nada vai mudar as memórias e os vídeos na internet,

Os vírus não vão chegar a todos os detalhes

E minha coloração de pele só vai mudar se as fotografias envelhecerem,

As que ainda estão em mãos.

Eu ainda sou interessante, mesmo mais velho e de terno,

Sei que ainda se lembrarão de mim, vão ler nas entrelinhas das coisas.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Fleetwood Mac - Rumours


O disco desta semana contém uma música que tornou-se uma das minhas preferidas, a pouco tempo a escutei pela primeira vez, e agora praticamente não escuto mais coisa nenhuma, está canção é "Go Your Own Way", da banda america-britânica Fleetwood Mac. A banda teve diversos membros desde que foi formada por Peter Green e Mick Fleetwood, porém a formação mais conhecida é a que está neste disco, com Fleetwood, John e Christine McVie, Lindsey Buckingham e Stevie Nicks.
O álbum "Rumours" foi o grande ápice da banda, com diversos hits e a sonoridade que tornou o grupo uma das bandas mais clássicas do rock'n'roll. Com um pouco de blues, o Fleetwood Mac deixou sua marca no mundo da música, as canções arrastadas e o visual selvagem e místico de Stevie Nicks são inesquecíveis e continuarão sendo por um bom tempo.

Dreams


Go Your Own Way